Domingo da Ascensão do Senhor – Ano A

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 28, 16-20)

Naquele tempo os onze discípulos partiram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando o viram, adoraram-no; alguns, no entanto, ainda duvidavam. Aproximando-se deles, Jesus disse-lhes: «Foi-me dado todo o poder no Céu e na Terra. Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos.»

Mensagem

Tudo começou na Galileia. Foi ali que os discípulos escutaram o primeiro chamamento e onde Jesus prometeu reuni-los de novo, depois da sua ressurreição. O encontro ocorre num “monte” da Galileia, do qual não se diz o nome. Na Bíblia, o “monte” é o lugar do encontro com Deus e da revelação de Deus ao homem. Neste caso, Jesus aparece como o novo Moisés, o qual, tendo contemplado do cimo do monte que Deus lhe indicara a terra que Deus tinha prometido a Abraão e aí, obedecendo ao mandato divino, instituíra Josué como seu sucessor para apascentar o Povo de Deus, agora, também Jesus, enquanto Deus, confia aos apóstolos todas as nações da terra que Ele adquiriu com o seu Sangue, arrebatando-as ao poder de Satanás, para de entre elas formar o novo Povo de Deus.

E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos”. Quando Moisés foi enviado para libertar o povo do Egipto, recebeu de Deus uma certeza, a única certeza que oferece uma total garantia: “Vai, Eu estarei contigo!”. Esta mesma certeza foi dada aos profetas e a outras pessoas enviadas por Deus para desenvolverem uma missão importante relativa ao projecto de Deus. Maria recebeu a mesma certeza quando o anjo lhe disse: “O Senhor está contigo”. Jesus, em pessoa, é a expressão viva desta certeza, porque o seu nome é Emanuel, Deus connosco. Ele estará com os seus discípulos, com todos nós, até ao fim dos tempos.

Sozinhos, sem Jesus, nada podemos fazer! Na obra apostólica só as nossas forças, os nossos recursos, as nossas estruturas não são suficientes, embora sejam necessárias. Sem a presença do Senhor e sem a força do seu Espírito o nosso trabalho, mesmo se bem organizado, resulta ineficaz.

Palavra para o caminho

Com a sua Ascensão, o Senhor ressuscitado quer mostrar-nos que a meta do nosso caminho é o Pai. A nossa primeira tarefa é sermos testemunhas da Bondade de Deus. 

“A Igreja existe para anunciar o Evangelho! Só para isto. E também, a alegria da Igreja é anunciar o Evangelho. A Igreja somos todos nós baptizados. Hoje somos convidados a compreender melhor que Deus nos deu a grande dignidade e responsabilidade de O anunciar ao mundo, de O tornar acessível à humanidade. Esta é a nossa dignidade, esta é a maior honra de cada um de nós, de todos os baptizados!” (Papa Francisco).

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Rezar a Maria e com Maria no mês de Maio – 25

Frases sobre o Rosário (Terço)

– O Terço é a oração que sempre acompanha a minha vida; é também a oração dos simples e dos santos… é a oração do meu coração (Papa Francisco).

– Mediante o Rosário, o povo cristão aprende com Maria a contemplar a beleza do rosto de Cristo, e a experimentar a profundidade do seu amor (São João Paulo II).

– Felizes as pessoas que rezam bem o Santo Rosário, porque Maria Santíssima lhes obterá graças na vida, graças na hora da morte e glória no Céu (Santo António Maria Claret).

– O Rosário é “arma” espiritual na luta contra o mal, contra a violência, pela paz nos corações, nas famílias, na sociedade e no mundo (Bento XVI).

– O Terço é a minha oração predilecta. A todos, exorto, cordialmente, que o rezem (São João Paulo II).

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Rezar a Maria e com Maria no mês de Maio – 24

Oração a Nossa Senhora pelas crianças

Com a canonização de Francisco e Jacinta, eu quis propor à Igreja inteira o seu exemplo de adesão a Cristo e o seu testemunho evangélico, mas também desejei convidar toda a Igreja a cuidar das crianças (Papa Francisco).

Ó Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe Santíssima, abençoai as nossas crianças, que vos são confiadas. Guardai-as com cuidado maternal, para que nenhuma delas se perca. Defendei-as contra as ciladas do inimigo e contra os escândalos do mundo, para que sejam sempre humildes, mansas e puras e, como Jesus, cresçam em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens. Ó Mãe de misericórdia, rogai por nós, e mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó Clemente, ó Piedosa, ó Doce sempre Virgem Maria. Amen.

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Rezar a Maria e com Maria no mês de Maio – 23

Consagração a Nossa Senhora

Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo(a) a Vós, e, em prova da minha devoção para convosco, Vos consagro, neste dia e para sempre, os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser; e porque assim sou todo(a) vosso(a), ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa. Lembrai-Vos que Vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa. Ah! Guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa.

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Santa Maria Madalena de Pazzi – 25 de Maio

Decorria o ano de 1566, quando na cidade de Florença, Itália, na nobre família dos Pazzi, nasceu uma menina a quem seus pais puseram o nome de Catarina que muito cedo se viu marcada pela presença de Deus. A infância, adolescência e juventude nunca lhe desviaram o olhar de Jesus. Gostava imenso de rezar e de reunir no seu palácio meninos e meninas a quem falava de Jesus e a quem distribuía comida, brinquedos, roupas e guloseimas. 

Desde muito nova se sentia atraída pelo ministério da Paixão de Jesus. Quando aos 17 anos lhe falaram em casamento, Catarina respondeu que o seu único esposo era Cristo. Entrou, por isso, no convento das Carmelitas onde tomou o hábito de Nossa Senhora do Carmo, mudando então o nome de Catarina para Maria Madalena, pois dizia querer amar tanto a Jesus como esta Santa do Evangelho. O seu lema e o seu testemunho era: «O Amor não é amado». Por isso se entregou ao Amado em doação total. A sua vida foi marcada pela Cruz e pela Luz, pela Noite Escura e tenebrosa e pela Chama Viva de Amor resplandecente, pelo sofrimento e pela mais doce e profunda alegria que na terra se pode experimentar. Viveu intensamente o mistério da Cruz de Cristo como intensamente viveu na terra a felicidade dos santos do Céu. Desejava ir a terras de missão para a todos falar de Cristo e todos converter ao seu Amor. 

Andava sempre na presença de Deus, de tal modo que uma freira do seu convento, e quando Ir. Maria Madalena cozia o pão, afirmou ver o Menino Jesus ajudando nos preparativos e iluminando o forno para que a Santa pudesse colocar o pão. 

No dia 25 de Maio de 1607, sexta-feira, voou para o Céu esta carmelita, enquanto a seu pedido as irmãs cantavam cânticos de louvor ao Senhor. 

Hino

Tu, que já cantas o hino / que só as virgens entoam, / vê, do céu, tantos eleitos, / que o Carmelo, hoje, povoam.

Bens da terra, Madalena, / tiveste em conta de nada: / servir a Deus, só, quiseste, / como fiel desposada.

Por ser Cristo tua vida, / que imenso amor te prendeu! / Ele ungiu teu coração / e trocou-o pelo Seu.

Da mente a sublimes voos / pelo Espírito te alçaste; / de amor ardente, ferida, / alta mística ensinaste.

Simples e obediente, / teu coração ilibado / deixou no claustro e na Igreja / o seu rastro perfumado.

Glória a quem a ti, por mestra, / às almas quis apontar. / Que esse Deus Trino, para sempre, / por ti possamos gozar.

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A “terapia da esperança”

Debrucemo-nos hoje sobre a «terapia da esperança», aplicada por Jesus a dois discípulos desanimados que seguiam de Jerusalém para Emaús. O segredo da terapia está nisto: mostrar à pessoa que, apesar das aparências em contrário, continua a ser amada por Deus; Ele nunca deixará de lhe querer bem. Vendo-os tristes, Jesus começa por perguntar o motivo da sua tristeza, que Ele bem conhece, mas quer ajudá-los a sondar em profundidade a amargura que se apoderou deles. Caminham tristes, porque viram morrer as esperanças que tinham posto em Jesus de Nazaré de ser Ele o libertador de Israel. O sinal mais eloquente duma derrota, que não tinham previsto, era aquela cruz erguida no Calvário. Eles não a tinham previsto, mas Deus sim; e anunciara-o nas Escrituras Sagradas, que Jesus lhes explica: «Para entrar na sua glória, o Messias tinha antes de sofrer todas aquelas coisas». A verdadeira esperança passa através de derrotas. Nos Livros Sagrados, não se encontram histórias de heroísmo fácil, nem campanhas fulminantes de conquista. Deus não gosta de ser amado como um General que leva o seu povo à vitória, aniquilando os adversários. A presença do Senhor lembra uma chama frágil que arde num dia de frio e vento; e, para aparecer ainda mais frágil esta sua presença neste mundo, foi esconder-Se num lugar que todos desdenham: num pedaço de pão, que se oferece como alimento em cada Eucaristia. «Quando Se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, entregou-lho». Mas foi nisso que os discípulos de Emaús O reconheceram. E, no gesto fulcral da Eucaristia, está significado também como deve ser a Igreja: o destino de cada um de nós. Jesus toma-nos, pronuncia a bênção, «põe em pedaços» a nossa vida – porque não há amor sem sacrifício – e oferece-a aos outros, a todos.

Papa Francisco, Resumo da Audiência Geral de 24 de Maio de 2017

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Rezar a Maria e com Maria no mês de Maio – 22

Ave Maria, és a alegria do Povo de Deus

Ave Maria, és a alegria do Povo de Deus, és a honra da humanidade, és a ditosa por Deus escolhida, das Tuas mãos nos vieram prodígios, és o refugio do povo de Deus, o que fizeste agradou ao Senhor, bendita sejas por Deus poderoso!

Povos da terra louvai a Maria, eternamente aclamai o seu nome!

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Rezar a Maria e com Maria no mês de Maio – 19

Concede-nos, Maria

Concede-nos, Maria, Mãe de Cristo e da Igreja, um pouco de luz para a nossa noite; um pouco de paz para a nossa luta; um pouco de fé para a nossa dúvida; um pouco de amor para o nosso ódio. um pouco de água para a nossa sede; um pouco de doação para o nosso egoísmo; um pouco de calor para a nossa frieza; um pouco de ideal para a nossa fraca vontade; um pouco de alegria para a nossa tristeza; um pouco de auxílio para a nossa necessidade. Amen.

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