Jesus chama os que quer

Abrindo o Santo Evangelho, os meus olhos depararam com estas palavras: “Jesus, tendo subido a um monte, chamou a Si os que Ele quis; e foram ter com Ele.” [Mc. 3, 13] Eis todo o mistério da minha vocação, da minha vida inteira e, sobretudo, o mistério dos privilégios de Jesus para com a minha alma… Ele não chama aqueles que são dignos, mas aqueles que quer ou, como diz S. Paulo: “Deus sente compaixão de quem entende e usa de misericórdia com quem quer usar de misericórdia. Logo, não depende daquele que quer, nem daquele que corre, mas de Deus, que usa de misericórdia”.

Santa Teresa do Menino Jesus

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4º Domingo da Páscoa – Ano A

As duas vozes

O quarto Domingo de Páscoa é dedicado a Jesus, o Bom Pastor. O Evangelho diz: “As ovelhas ouvem a sua voz: ele chama as ovelhas pelo nome” (Jo 10, 3). Diz ainda o Evangelho que há outras vozes que não devem ser seguidas: as de estranhos, ladrões e malfeitores que querem o mal das ovelhas.

Estas diferentes vozes ressoam dentro de nós. Há a voz de Deus, que gentilmente fala à consciência, e há a voz tentadora que induz ao mal. Como fazer para reconhecer a voz do Bom Pastor e a do ladrão, como fazer para distinguir a inspiração de Deus da sugestão do maligno? Elas falam duas línguas diferentes, ou seja, têm maneiras opostas de bater ao nosso coração.

A voz de Deus nunca obriga: Deus propõe-se, não se impõe. Em vez disso, a voz ruim seduz, assalta, obriga: suscita ilusões deslumbrantes, emoções tentadoras, mas passageiras. No início persuade, faz-nos acreditar que somos omnipotentes, mas depois deixa-nos vazios por dentro e acusa-nos: “Tu não vales nada”.

A voz de Deus, pelo contrário, corrige-nos, com muita paciência, encoraja-nos sempre, consola-nos: alimenta sempre a esperança. A voz de Deus é uma voz que tem um horizonte. A voz do mal, por outro lado, leva-te contra um muro, leva-te para um canto.

Outra diferença. A voz do inimigo distrai do presente e quer que nos concentremos nos medos do futuro ou na tristeza do passado, o inimigo não quer o presente: faz brotar a amargura, as recordações dos erros sofridos, daqueles que nos fizeram mal… tantas más recordações.

Em vez disso, a voz de Deus fala no presente: “Agora podes fazer o bem, agora podes exercitar a criatividade do amor, agora podes renunciar aos arrependimentos e aos remorsos que mantêm prisioneiro o teu coração”. Anima-nos, leva-nos para diante, mas fala no presente: agora!

As duas vozes suscitam em nós questões diferentes. A que vem de Deus será: “O que me faz bem?”. Em vez disso, o tentador insistirá noutra pergunta: “O que eu gostaria de fazer?”. O que eu quero! A voz ruim sempre gira em torno do eu, das suas pulsões, das suas necessidades, ao tudo e imediatamente. É como os caprichos das crianças, tudo e agora.

A voz de Deus, pelo contrário, nunca promete a alegria a baixo preço: convida-nos a ir além do nosso eu para encontrar o verdadeiro bem, a paz. Lembremo-nos: o mal nunca dá paz, antes provoca o frenesim e depois deixa a amargura. Este é o estilo do mal.

Por fim, a voz de Deus e a do tentador falam em “ambientes” diferentes: o inimigo prefere as trevas, a falsidade, a maledicência; o Senhor ama a luz do sol, a verdade, a transparência sincera.

O inimigo diz-nos: “Fecha-te em ti mesmo, ninguém te entende e nem te escuta, não confies!”. O bem, pelo contrário, convida-nos a abrir-nos, a sermos límpidos e confiantes em Deus e nos outros.

Prestemos atenção às vozes que chegam ao nosso coração. Perguntemos de onde vêm. Peçamos a graça de reconhecer e seguir a voz do Bom Pastor, que nos fará sair dos recintos do egoísmo e nos conduz às pastagens da verdadeira liberdade. Que Nossa Senhora, Mãe do Bom Conselho, oriente e acompanhe onosso discernimento.

Papa Francisco, Regina Caeli (resumo), 3 de Maio, 2020

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O Rosário, oração dos simples

É interessante que o Santo Padre realce a simplicidade do rosário. De facto, é chamada a oração dos simples. Foi assim a sua origem no meio do povo simples: para exprimir o amor à mãe celeste, sentir a sua proximidade e invocar proteção. O próprio nome “rosário” significava oferecer uma coroa de rosas (as “ave-marias”) a Nossa Senhora.

Não se reduz a um “amuleto” ou “objeto mágico” de pôr ao pescoço. É antes um exercício de abandono dos nossos afãs nos corações de Jesus e de sua mãe. Pode fazer-se em qualquer lugar ou hora do dia, de modo individual, em grupo, família ou comunidade, com a maior simplicidade. Mesmo se nos distraímos, podemos oferecer essas distrações a Nossa Senhora.

Além disso, bate ao ritmo da nossa vida e dos problemas do mundo. Durante a sua recitação, com o olhar e o coração de Maria, vamos meditando os mistérios gozosos, dolorosos, luminosos e gloriosos de Cristo. Ao mesmo tempo, integramos neles a nossa própria vida e a do mundo, tecida de alegrias e de dores, de sombras e de luz, de perturbação e de esperança. (…)

Correspondamos, então, generosamente, ao pedido do Papa Francisco invocando a proteção maternal da Virgem Maria, Mãe espiritual da humanidade, e a intercessão dos santos Francisco e Jacinta Marto, para que nos ajudem a libertar desta pandemia e das suas terríveis consequências económicas e sociais.

Cardeal António Marto, Bispo de Leiria-Fátima

Na internet é fácil encontrar ajuda para rezar o Rosário, concretamente em https://catequese.leiria-fatima.pt , com uma proposta para cada dia do mês de Maio

 

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As duas caminhadas dos discípulos de Emaús e nós

Duas viagens: uma fácil, de dia, e outra cansativa, de noite. E no entanto, a primeira tem lugar na tristeza; a segunda, na alegria. Na primeira, há o Senhor que caminha ao lado deles, mas não o reconhecem; na segunda, já não o veem, mas sentem-no próximo. Na primeira estão desanimados e sem esperança; na segunda, correm a levar aos outros a boa notícia do encontro com Jesus Ressuscitado.

Os dois caminhos diferentes daqueles primeiros discípulos dizem-nos, a nós discípulos de Jesus hoje, que na vida temos à nossa frente dois rumos opostos: há o caminho de quem, como aqueles dois na ida, se deixa paralisar pelas desilusões da vida e vá em frente com tristeza; e há o caminho de quem não se coloca em primeiro lugar a si próprio e os seus problemas, mas Jesus que nos visita, e os irmãos que esperam a sua visita, ou seja, os irmãos que nos esperam para que cuidemos deles. Eis o momento decisivo: deixar de orbitar em torno de si próprio, das desilusões do passado, dos ideais não realizados, das muitas coisas negativas que aconteceram na vida. Muitas vezes somos levados a orbitar, orbitar… Deixemos isto e vamos em frente, olhando para a maior e mais verdadeira realidade da vida: Jesus está vivo, Jesus ama-me. Esta é a maior realidade. E eu posso fazer algo pelos outros. É uma realidade boa, positiva, solar, bela! Eis a inversão de marcha: passar dos pensamentos sobre o meu eu para a realidade do meu Deus. (…)

Escolhamos a vereda de Deus, não a do eu (…) Descobriremos que não há imprevisto, não há subida, não há noite que não se possa enfrentar com Jesus.

Papa Francisco, Regina Caeli, 26 de Abril, 2020

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57ª Semana de Oração pelas Vocações Consagradas

57ª SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES CONSAGRADAS

26 de Abril – 3 de Maio de 2020

ORAÇÃO

Vem, Senhor Jesus, verdadeiro Filho de Deus, Bom e Belo Pastor, caminha hoje sobre as águas que agitam o nosso mundo atribulado. Abre os nossos ouvidos e o nosso coração à Tua voz que acalma, chama e envia.

Dá firmeza ao nosso caminhar, infunde em nós a Tua coragem, ensina-nos a reconhecer em cada dificuldade, em cada momento de dor ou de incerteza, a Tua presença que dissipa todo o medo.

Sobe para a barca da nossa vida para seres o dono do leme, pois seguros navegamos sempre que estás no meio de nós.

Aceita a nossa gratidão e o nosso louvor, Senhor Jesus, verdadeiro Filho de Deus, Bom e Belo Pastor. Amen!

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3º Domingo da Páscoa – Ano A

«Ficai connosco, Senhor»

O Evangelho deste Domingo o terceiro de Páscoa refere-se à célebre narração dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-35). Conta que dois seguidores de Cristo os quais, no dia depois do sábado, isto é, o terceiro após a sua morte, tristes e abatidos deixaram Jerusalém e dirigiam-se para uma aldeia pouco distante chamada Emaús. Ao longo do caminho aproximou-se deles Cristo ressuscitado, mas eles não o reconheceram. Vendo-os aflitos, Jesus explicou, com base nas Escrituras, que o Messias tinha que sofrer e morrer para alcançar a sua glória. Depois, entrou com eles em casa, sentou-se à mesa, abençoou o pão e partiu-o, e nesse momento reconheceram-n’O, mas ele desapareceu, deixando-os cheios de admiração diante daquele pão partido, novo sinal da sua presença. Imediatamente os dois voltaram para Jerusalém e contaram o que tinha acontecido aos outros discípulos.

A localidade de Emaús não foi identificada com certeza. Existem várias hipóteses, e isto é sugestivo, porque nos deixa pensar que Emaús representa na realidade todos os lugares: a estrada que nos conduz é o caminho de todos os cristãos, aliás, de todos os homens. Nas nossas estradas Jesus ressuscitado faz-se companheiro de viagem, para reavivar nos nossos corações o calor da fé e da esperança e partir o pão da vida eterna. No diálogo dos discípulos com o viandante desconhecido impressiona a expressão que o evangelista Lucas coloca nos lábios de um deles: “Nós esperávamos…” (24, 21). Este verbo no passado diz tudo: Acreditámos, seguimos, esperámos… mas acabou. Também Jesus de Nazaré, que se mostrou um profeta poderoso em obras e em palavras, falhou, e nós ficamos desiludidos. Este drama dos discípulos de Emaús surge como um espelho da situação de muitos cristãos do nosso tempo: parece que a esperança da fé tenha falhado. A própria fé entra em crise, por causa de experiências negativas que nos fazem sentir abandonados pelo Senhor. Contudo, esta estrada para Emaús, na qual caminhamos, pode tornar-se uma via de purificação e maturação do nosso crer em Deus. Também hoje podemos entrar em diálogo com Jesus, escutando a sua palavra. Também hoje Ele parte o pão por nós e doa-se a si mesmo como nosso Pão. Dessa maneira, o encontro com Cristo ressuscitado, que é possível também hoje, doa-nos uma fé mais profunda e autêntica, harmonizada, por assim dizer, através do fogo do evento pascal; uma fé robusta porque se alimenta não com ideias humanas, mas com a Palavra de Deus e a sua presença real na Eucaristia.

Este maravilhoso texto evangélico já contém a estrutura da Santa Missa: na primeira parte a escuta da Palavra através das Sagradas Escrituras; na segunda a liturgia eucarística e a comunhão com Cristo presente no Sacramento do seu Corpo e do seu Sangue. Ao alimentar-se nesta dúplice mesa, a Igreja edifica-se incessantemente e renova-se dia após dia na fé, na esperança e na caridade.

Bento XVI, Regina Coeli (resumo), 6 de Abril, 2008

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Oh nova Páscoa!

A nossa Páscoa imolada, Aleluia, / É Jesus Cristo, o Senhor. Aleluia.

Oh nova Páscoa! Oh festa do triunfo / De Cristo glorioso / Que nos veio salvar!

Oh nova Páscoa! Alegria do mundo! / A vida nos abriu / Suas portas de glória!

Oh nova Páscoa! A ceia do festim / Encheu-se de convivas / Celebrando o Senhor!

Oh nova Páscoa! Os baptizados vêm / Com túnicas de festa / Às bodas do Cordeiro!

Oh nova Páscoa! O vencedor da morte, / Jesus Ressuscitado, / Nos dá a vida eterna.

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Ressuscitou o Senhor

Na sua dor os homens encontraram / Uma pura semente de alegria, / O segredo da vida e da esperança: / Ressuscitou o Senhor!

Os que choravam cessarão o pranto, / Brilhará novo Sol nos corações, / Pode o homem cantar o seu triunfo: / Ressuscitou o Senhor!

Os que nos duros campos trabalharam / Voltarão entre vozes de alegria, / Erguendo ao alto os frutos da colheita: / Ressuscitou o Senhor!

Já ninguém viverá sem luz da fé, / Já ninguém morrerá sem esperança; / O que crê em Jesus venceu a morte: / Ressuscitou o Senhor!

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Domingo da Divina Misericórdia 2020

A Santa Faustina, disse Jesus: «Eu sou o amor e a misericórdia em pessoa; não há miséria que possa superar a minha misericórdia» (Diário, 14/IX/1937). Outra vez, quando a Santa confidenciava feliz a Jesus que Lhe oferecera toda a sua vida, tudo o que tinha, ouviu d’Ele uma resposta que a surpreendeu: «Não me ofereceste aquilo que é verdadeiramente teu». Que teria então guardado para si a santa freira? Diz-lhe amavelmente Jesus: «Filha, dá-me a tua miséria» (Diário, 10/X/1937). Podemos, também nós, interrogar-nos: «Dei a minha miséria ao Senhor? Mostrei-Lhe as minhas quedas, para que me levante?» Ou há algo que conservo ainda dentro de mim? Um pecado, um remorso do passado, uma ferida que trago dentro, rancor contra alguém, mágoa contra uma pessoa em particular… O Senhor espera que Lhe levemos as nossas misérias, para nos fazer descobrir a sua misericórdia.

(…) Depois de encontrar Jesus, Santa Faustina escreveu: «Numa alma sofredora, devemos ver Jesus Crucificado e não um parasita nem um fardo… [Senhor], dais-nos a possibilidade de nos exercitarmos nas obras de misericórdia, e nós exercitamo-nos nas murmurações» (Diário, 06/IX/1937). Mas, um dia, ela própria se lamentou com Jesus dizendo que, para ser misericordiosa, passava por ingénua: «Senhor, muitas vezes abusam da minha bondade». E Jesus retorquiu: «Não importa, minha filha! Não te preocupes! Tu sê sempre misericordiosa para com todos» (Diário, 24/XII/1937).

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Via Lucis em Família – III

XI ESTAÇÃO: JESUS CONFIA AOS DISCÍPULOS A MISSÃO UNIVERSAL

Pai: Nós vos adoramos e bendizemos, Jesus Salvador

Todos: Que pela vossa Ressurreição nos dais a vida feliz, Aleluia!

Mãe: Do Evangelho segundo São Mateus (28, 16-20): “Os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha designado. Quando o viram, ajoelharam-se, mas duvidaram”.

Filhos: “Jesus, ao aproximar-se, falou-lhes dizendo: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Ide, fazei discípulos todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos tempos”.

Avós (Pai): Senhor Jesus liberta-nos das dúvidas e das cadeias do egoísmo

Todos: Jesus Ressuscitado, nosso Salvador, permanece connosco!

Avós (Mãe): Ilumina todos os que buscam com sinceridade a Verdade

Todos: Jesus Ressuscitado, nosso Salvador, permanece connosco!

Avós (Filhos): Faz-nos teus discípulos e ensina-nos a viver com fidelidade

Todos: Jesus Ressuscitado, nosso Salvador, permanece connosco!

Todos: Pai nosso…

XII ESTAÇÃO: JESUS SOBE AO CÉU

Pai: Nós vos adoramos e bendizemos, Jesus Salvador

Todos: Que pela vossa Ressurreição nos dais a vida feliz, Aleluia!

Mãe: Do Livro dos Atos dos Apóstolos (1, 6-11): “Estavam todos reunidos, quando lhe perguntaram: “Senhor, é agora que vais restaurar o Reino de Israel?”. Respondeu-lhes: “Não vos compete saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou com a sua autoridade. Mas ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo”.

Filhos: “Dito isto, elevou-se à vista deles e uma nuvem subtraiu-o a seus olhos. E como estavam com os olhos fixos no céu, para onde Jesus se afastava, surgiram de repente dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: “Homens da Galileia, porque estais assim a olhar para o Céu? Esse Jesus que vos foi arrebatado para o céu virá da mesma maneira, como agora o vistes partir para o Céu”.

Avós (Pai): Senhor Jesus que vieste trazer o Céu à terra

Todos: Faz de nós homens e mulheres de Céu!

Avós (Mãe): Porque já estás Vivo e glorioso junto do Pai

Todos: Faz de nós, homens e mulheres de Céu!

Avós (Filhos): Escuta a oração guardada nos nossos corações

Todos: Faz de nós homens e mulheres de Céu!

Todos: Pai nosso…

XIII ESTAÇÃO: COM MARIA NA ESPERA DO ESPÍRITO SANTO

Pai: Nós vos adoramos e bendizemos, Jesus Salvador

Todos: Que pela vossa Ressurreição nos dais a vida feliz, Aleluia!

Mãe: Do Livro dos Atos dos Apóstolos (1, 12-14): “Desceram, então, do monte chamado das Oliveiras, situado perto de Jerusalém, à distância de uma caminhada de Sábado, e foram para Jerusalém. Quando chegaram à cidade, subiram para a sala de cima, no lugar onde se encontravam habitualmente. Estavam lá: Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, filho de Tiago”.

Filhos: “E todos unidos pelo mesmo sentimento, entregavam-se assiduamente à oração, com algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos de Jesus”.

Avós (Pai): Senhor Jesus levanta-nos da nossa fragilidade, pequenez e pobreza

Todos: Senhor, dá-nos o dom do Teu Espírito!

Avós (Mãe): Quando reunimos na fé a celebrar o memorial da Tua Páscoa

Todos: Senhor, dá-nos o dom do Teu Espírito!

Avós (Filhos): Para sabermos crescer na unidade e na comunhão

Todos: Senhor, dá-nos o dom do Teu Espírito!

Todos: Pai nosso…

XIV ESTAÇÃO: JESUS ENVIA O ESPÍRITO SANTO

Pai: Nós vos adoramos e bendizemos, Jesus Salvador

Todos: Que pela vossa Ressurreição nos dais a vida feliz, Aleluia!

Mãe: Do Livro dos Atos dos Apóstolos (2, 1-4): “Quando chegou o dia de Pentecostes, encontravam-se todos reunidos no mesmo lugar. De repente, ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde eles se encontravam. Viram então aparecer umas línguas, à maneira de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles”.

Filhos: “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes inspirava que se exprimissem”.

Avós (Pai): Senhor Jesus que nos purificas e fortaleces pelo dom do Espírito Santo

Todos: Faz de nós Homens novos, testemunhas da Tua Ressurreição!

Avós (Mãe): Porque edificas no Espírito a Igreja, no amor e na santidade

Todos: Faz de nós Homens novos, testemunhas da Tua Ressurreição!

Avós (Filhos): Permite que renasçamos pelos Sacramentos da Iniciação cristã

Todos: Faz de nós Homens novos, testemunhas da Tua Ressurreição!

Todos: Pai nosso…

ORAÇÃO FINAL

Pai: Senhor Deus que no Teu amado Filho Jesus revelaste o amor e nos ensinaste o caminho, a verdade e a vida para chegarmos a Ti e vivermos em comunhão contigo; Tu que enriqueces a nossa vida com o dom do Espírito de Jesus Ressuscitado e pela graça dos Sacramentos da Igreja, guarda-nos com a Tua contínua proteção, conduz-nos pelos caminhos do nosso crescimento espiritual, fortalece-nos para sabermos professar livremente a nossa fé, sermos alegres e perseverantes na Esperança, fervorosos e fecundos na Caridade.

Todos: Amen.

Mãe: O Senhor nos abençoe, nos proteja e nos guarde sempre no Seu amor.

Todos: Amen.

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