Muito bem, servo bom e fiel, entra na alegria do teu senhor (Mt 25, 19)

A notícia do falecimento de Jesué Pinharanda Gomes ocorrido em 27 de Julho tem sido muito divulgada e até o Presidente da República Portuguesa, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, referiu-se ao acontecimento através da publicação de uma nota. A grandeza intelectual e a obra deste homem têm sido postas em destaque. “Autodidata de formação, sem ter pisado o chão de uma universidade, empregado de comércio ao longo de mais de 40 anos para provir ao sustento próprio e da mulher, fez da Biblioteca Nacional o seu laboratório de pesquisa e ali construiu uma obra historiográfica e filosófica imensa”, lembrou o Reitor da Universidade da Beira Interior, Dr. António Carreto Fidalgo, por ocasião da cerimónia do Doutoramento Honoris Causa atribuído por aquela instituição académica ao Sr. Jesué Pinharanda Gomes no dia 20 de Março de 2018.

O que se pretende com esta nota agora publicada em “Caminhos Carmelitas” não é apresentar a sua biografia e/ou bibliografia ou outro assunto de índole cultural, mas sobretudo expressar o agradecimento a Deus pelo dom da pessoa do Sr. Pinharanda Gomes e tudo o que recebemos dele: “Nas muitas horas passadas na Biblioteca Nacional, embrenhado no estudo das mais diversas matérias culturais, Pinharanda Gomes construiu as bases para uma extensa obra com mais de 300 títulos”. É nosso propósito também pôr em destaque a sua pertença à Família Carmelita e o muito que trabalhou apaixonadamente por ela.

Ouso afirmar que o seu falecimento no sábado do dia 27 de Julho é um sinal confirmativo do amor de Nossa Senhora do Carmo por este seu ilustre filho, e a confirmação da verdade da mensagem do escapulário. Esta é a minha convicção embora admita que possa ser considerada por outros como exagerada e atrevida. Por Maria até Jesus. Nossa Senhora acolheu-o no sábado (dia semanal especialmente dedicado à Virgem Maria) para o entregar a Jesus para celebrar no dia seguinte o “Domingo sem ocaso” na Casa do Pai, meta da sua caminhada de oitenta anos aqui na terra, iniciada em 16 de Julho de 1939. 16 de Julho!… Dia de Nossa Senhora do Carmo!… “Mulher, eis o teu filho” (Jo 19, 26).

Obrigado, Sr. Pinharanda Gomes, obrigado, Srª Judite, sua esposa, sem a qual o nosso confrade da Confraria de Nossa Senhora do Carmo de Santo António dos Cavaleiros não teria realizado uma “imensa actividade de pesquisa, reflexão e escrita que o espírito universitário irá manter no seu exercício“ passando “da história local à regional, da biografia às instituições e movimentos, dos autores às correntes de pensamento da literatura” em que “tudo soa muito e bem, especialmente nas fontes que descobriu e fez descobrir, nos mundos que abriu e nos fez olhar” (D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa).

Como referiu o Reitor da Universidade da Beira Interior “homenageamo-lo também pela sua grandeza espiritual”. Que o nosso confrade a partir da “Casa do Pai” nos ajude a encontrar os caminhos que conduzem ao “Dia sem ocaso” e nos alcance a sabedoria e a fortaleza do alto para os percorrer até chegarmos à meta.

Muito bem, servo bom e fiel… entra na alegria do teu senhor” (Mt 25, 19). 

Fr. Manuel Castro, O. Carm.

 

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17º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Senhor, ensina-nos a orar (Lc 11, 1)

No Angelus do 17º Domingo do Tempo Comum – Ano C, o Papa Francisco reflectiu sobre a passagem de São Lucas que narra as circunstâncias em que Jesus ensinou o Pai Nosso aos seus discípulos. Os discípulos sabiam rezar segundo as fórmulas da tradição judaica da época, mas desejam também poder viver a mesma qualidade da oração de Jesus. Eles podem constatar que a oração é uma dimensão essencial na vida do seu Mestre. Na verdade, em cada acção importante de Jesus ela é caracterizada por prolongados momentos de oração. Além disso, os discípulos percebem que a oração de Jesus, revela uma ligação íntima com o Pai, ao ponto de desejarem também eles participar desses momentos de união com Deus, para saborear plenamente a sua doçura.

Um dia, estando num lugar isolado esperam que Jesus conclua a sua oração e pedem-lhe que lhes ensine a orar. Em resposta, Jesus não dá uma definição abstracta da oração, nem ensina uma técnica eficaz para rezar e “obter” alguma coisa, mas convida os seus seguidores a fazerem a experiência de oração, colocando-os directamente em comunicação com o Pai, despertando neles um anseio por um relacionamento pessoal com Deus, com o Pai. Aqui está a novidade da oração cristã! Ela é o diálogo entre pessoas que se amam, um diálogo baseado na confiança, apoiado pela escuta e aberto ao compromisso solidário. Neste sentido, dá-lhes a oração do Pai Nosso, que talvez seja o dom mais precioso que nos foi deixado pelo divino Mestre durante a sua missão terrena.

Depois de nos ter revelado o seu mistério de Filho e irmão, com aquela oração Jesus faz-nos mergulhar na paternidade de Deus e indica-nos o modo para entrar num diálogo orante e directo com ele, através do caminho da confiança filial. É um diálogo entre o papá e o seu filho, do filho com o papá.

O que pedimos no Pai Nosso já está realizado em nós no Filho Unigénito: a santificação do Nome, o advento do Reino, o dom do pão, do perdão e da libertação do mal. Enquanto pedimos, abrimos a mão para receber. Receber os dons que o Pai nos mostrou no filho. A oração que o Senhor nos ensinou é a síntese de toda a oração, e nós dirigimo-la ao Pai sempre em comunhão com os irmãos.

A oração cristã deve ser perseverante. O evangelho deste Domingo apresenta a parábola do amigo importuno e Jesus diz: “É preciso insistir na oração”.

Papa Francisco, Angelus (resumo), 28 de Julho, 2019

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Aceitar, caminhar e confiar

– Santo Inácio de Loyola ensina-nos que só podemos vencer os nossos pontos fracos tomando consciência deles e aceitando-os com humildade, olhando bem para eles e dizendo: “tenho este defeito”, “tenho esta tentação”, “tenho este pecado”, “mas é com isto que terei de avançar e de me construir, de me fazer santo”.

– Pedro teve medo e começou a ir ao fundo. Então Jesus deitou-lhe a mão e disse: “Homem de pouca fé, porque duvidaste?” É curiosa esta linguagem. Ele teve medo, Jesus deitou-lhe a mão e perguntou: “Porque duvidaste?” É a dimensão da confiança que está em causa. O que tira o medo é confiar no Senhor, que está sempre presente e que nos deita a mão.

Vasco P. Magalhães, sj

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Um coração missionário: Beato Tito Brandsma, O. Carm.

O Beato Tito Brandsma, que morreu no campo de concentração de Dachau em 1942, também tinha um coração missionário. Desde jovem frade ainda em período de formação, Tito desejou ser enviado como missionário para anunciar o Evangelho a todos os povos. Contudo, a falta de saúde impediu-o de realizar o seu sonho. Deus enviou Tito a um território de missão que ele próprio nunca teria escolhido: os campos de concentração nazis. Em 1942 foi deportado para o campo de concentração de Dachau. Ali converteu-se em missionário através da sua oração, da sua confiança em Deus no meio do terrível sofrimento, ao consolar as aflições dos seus companheiros de prisão e ao negar-se a odiar os nazis. Tito acreditava que “a oração não é um oásis no deserto da vida; é toda a vida”. Esta bela afirmação revela a fonte da sua fortaleza para levar a cabo as suas actividades apostólicas, para dar testemunho da Verdade e para suportar com paciência a pobreza, o sofrimento e a brutalidade dos campos de concentração e para perdoar aos seus inimigos. Num discurso pronunciado em 1941, Tito disse: “A nossa vocação e a nossa felicidade consiste em fazer felizes os outros”. Talvez estas palavras, assim como as palavras de Jesus que significaram tanto para o Beato Tito, “a paz vos deixo, a minha paz vos dou”, resumem o seu espírito missionário e o que significa ser missão na Igreja e no mundo.

Conselhos Gerais O. Carm. e O.C.D.

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A missionária Santa Teresinha do Menino Jesus

Apesar de Santa Teresa do Menino Jesus nunca ter saído do recinto do seu Carmelo, foi proclamada padroeira universal das missões juntamente com São Francisco Xavier em 14 de Dezembro de 1927. Santa Teresa tinha um coração missionário. Nos seus “Manuscritos autobiográficos” diz-nos que teria gostado “ser missionária não só por alguns anos mas desde o princípio da criação até à consumação dos tempos”.

Limitada pelas paredes do Carmelo, viveu o seu zelo missionário no mosteiro. Descobriu a sua vocação de ser “amor no coração da Igreja”; quer dizer, fazer do amor de Jesus Cristo o centro da sua vida e expressar o seu amor por ele concretamente nas pequenas acções da vida diária e em todas as suas relações. Ela acreditava que o amor é eterno; que transcende os limites físicos, o espaço e o tempo, e tem um poder transformador para curar e converter os corações. Estava convencida de que quanto mais amor houver no coração da Igreja, mais amor haverá em todos os membros da Igreja e no mundo. A prática do amor produz frutos para toda a Igreja e para o mundo. Neste sentido, todos os baptizados são chamados a ser “amor no coração da Igreja” e fazer do amor a força motivadora das nossas vidas; desta maneira convertemo-nos em missão na Igreja e no nosso mundo.

Conselhos Gerais O. Carm. e O.C.D.

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16º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada” (Lc 10, 42)

O evangelista Lucas narra a visita de Jesus à casa de Marta e Maria, irmãs de Lázaro. Elas acolhem-no e Maria senta-se aos seus pés para ouvi-lo pois não quer perder nenhuma das suas palavras. Tudo deve ser deixado de lado porque, quando ele vem visitar as nossas vidas, a sua presença e a sua palavra são prioritárias. O Senhor sempre nos surpreende: quando nos dispomos a ouvi-lo as nuvens desaparecem, as dúvidas cedem o lugar à verdade, o medo à serenidade, e as várias situações da vida encontram o lugar certo.

Na cena de Maria de Betânia aos pés de Jesus, São Lucas mostra a atitude de oração do fiel que sabe estar na presença do Mestre para ouvi-lo e colocar-se em sintonia com ele. Trata-se de fazer uma pausa durante o dia, de recolher-se no silêncio para dar lugar ao Senhor que “passa” e encontrar a coragem de permanecer um pouco “à parte” com ele, para depois retornar, com mais serenidade e eficácia, para as coisas quotidianas. Ao louvar a atitude de Maria, que “escolheu a melhor parte”, Jesus parece repetir a cada um de nós: “Não te deixes levar pelos afazeres, mas antes de tudo escuta a voz do Senhor, a fim de desempenhares bem as tarefas que a vida te atribui”.

Depois, há a outra irmã, Marta, que certamente tinha o carisma da hospitalidade. Enquanto Maria escuta Jesus, Marta está completamente absorvida pelos muitos afazeres. Jesus diz-lhe: “Marta, Marta, andas inquieta e preocupada com muitas coisas”. Com estas palavras, Jesus não pretende condenar a atitude de serviço, mas sim a preocupação com que às vezes se vive.

Nós também partilhamos a preocupação de Santa Marta e, com o seu exemplo, propomo-nos fazer com que, nas nossas famílias e nas nossas comunidades, se viva o sentido do acolhimento, da fraternidade, para que cada um possa sentir-se “em casa”, especialmente os pequenos e os pobres quando batem à porta.

Portanto, o Evangelho de hoje recorda-nos que a sabedoria do coração está em saber conjugar estes dois elementos: a contemplação e a acção. Marta e Maria indicam-nos o caminho. Se queremos desfrutar a vida com alegria, devemos associar as duas atitudes: por um lado, o “estar aos pés” de Jesus, para ouvi-lo enquanto nos revela o segredo de todas as coisas; por outro, estar atentos e prontos para a hospitalidade, quando ele passar e bater à nossa porta, com o rosto de um amigo que precisa de um momento de descanso e fraternidade.

Papa Francisco, Angelus (resumo), 21 de Julho, 2019

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Profeta Elias – 20 de Julho

A Bíblia conta de Elias as maiores maravilhas e faz os mais belos elogios: pela sua oração Deus enviou abundantemente a chuva depois de um longo e rigoroso período de seca. Fugindo do terrível rei Acab e escondido numa gruta, o Senhor ordenou a um corvo que durante muitos dias levasse pão a Elias. Na sua fuga ia o profeta esfomeado. Era o tempo da seca. Foi pois neste período que Elias abençoou uma viúva pedindo ao Senhor que, enquanto durasse a seca, não lhe faltasse nem a farinha nem o azeite para o seu sustento e do seu filho, em reconhecimento pela hospitalidade desta família pobre que socorreu o faminto profeta de Deus. E, mais tarde, tendo morrido o único filho desta viúva, Elias ressuscitou o menino. No monte Carmelo Elias fez descer fogo sobre o sacrifício, mostrando assim que o deus Baal e os seus profeta eram falsos. Novamente viu-se forçado a fugir de Acab e da sua mulher Jezabel. Faminto e desalentado no deserto a ponto de desejar morrer, Deus alimenta-o através de um anjo com pão e água, e encoraja-o a caminhar durante quarenta dias e quarenta noites até ao monte de Deus, o Horeb. Uma vez aqui, Deus mostrou-se a Elias já não nos tradicionais sinais do Antigo Testamento, do fogo, do terramoto ou do forte vento, mas numa brisa suave. Esta nova experiência de Deus dá-lhe olhos novos, abre um novo horizonte e devolve a Elias a liberdade para a acção, a vitória sobre o medo, a vontade de continuar a lutar pela causa de Deus em defesa da vida do povo, e dá-lhe, ao mesmo tempo, a consciência clara de não ser o dono da luta nem o único a defender a causa de Deus.

O Carmelita aprende, pois, com Elias a ser homem do deserto, de coração indiviso, que está todo diante de Deus, todo entregue ao serviço de Deus, o homem que fez uma escolha sem compromissos pela causa de Deus e por Deus arde de paixão. Como Elias, crê em Deus, deixa-se conduzir pelo Espírito e interioriza a Palavra no próprio coração, para testemunhar a presença divina no mundo, aceitando que ele seja realmente Deus na sua vida” (Constituições da Ordem do Carmo, nº 26).

Oração

Deus eterno e omnipotente, que concedestes ao vosso profeta Elias, nosso Pai, viver sempre na vossa presença e inflamar-se de zelo pela vossa glória, concedei que procurando sempre a vossa presença, nos tornemos no mundo testemunhas do vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

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Espiritualidade esponsal do Carmelo

 

A devoção a Nossa Senhora do Carmo nasceu no Monte Carmelo, na Terra Santa. Na Bíblia o Monte Carmelo é símbolo da beleza e da fecundidade e a ele está ligado profundamente o profeta Elias que lutou incansavelmente pela defesa da aliança entre Deus e o seu povo. Os profetas falam da aliança de Deus com o seu povo (e com cada um de nós) usando a imagem do matrimónio, apresentando Deus como alguém que nos ama apaixonadamente e que não pode deixar de o fazer.

Seguindo o exemplo da Virgem Maria, também os carmelitas querem viver intimamente unidos a Cristo numa aliança de amor. A espiritualidade carmelita é claramente “esponsal”. Todos os santos do Carmelo apresentam Jesus como o esposo a quem se querem unir cada vez mais profundamente. Maria é o melhor exemplo desse amor total para com Cristo a quem queremos conhecer cada dia mais profundamente e a amar diariamente com mais autenticidade.

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Nossa Senhora do Carmo – 16 de Julho

Maria, a Mãe do Senhor, é frequentemente invocada como a “Virgem do Carmo”. O nome vem do monte Carmelo, em Israel. O Carmelo é um monte bíblico ligado à grande figura do profeta Elias, que viveu na presença do Senhor e foi para Israel “testemunha do Deus vivo”. A oração do profeta pedindo a água para a terra ressequida teve a resposta numa nuvem pequenina como a palma da mão, símbolo da presença divina e figura de Maria, a Mãe do Senhor, a nuvem da qual brotou a chuva de bênção, o seu filho Jesus Cristo, o Senhor.

No século XII d. C., um grupo de soldados cruzados ocuparam as grutas do Carmelo e, inspirados no ideal profético de Elias, iniciaram uma experiência de vida comum, “junto à fonte do profeta Elias”, vivendo “em obséquio de Jesus Cristo”, imitando e honrando Maria, a “Senhora do lugar”. Aqui e neste monte tem início a Ordem do Carmo.

Carmelo, significa “vinha-jardim de Deus”, portanto, um lugar delicioso plantado e cultivado pelo próprio Deus, onde somos introduzidos “para nos saciarmos dos seus melhores frutos”. A Virgem Mãe de Deus e Senhora do Carmelo, é invocada como “Vide florescente” da qual nasce Cristo, a Vide verdadeira (Jo 15), cuja seiva alimenta os ramos que estão unidos a ela.

Para nós carmelitas, Maria é mãe amorosa; connosco é irmã. Os carmelitas e os devotos de Nossa Senhora do Carmo são “Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo”. Com este título não afirmamos que Maria é uma privilegiada mas que ela é como cada um de nós, ou antes, ela é extraordinária na normalidade da vida de cada dia. Ela é como um poderoso ímam que nos atrai para contemplarmos nela o que Deus quer fazer em cada um de nós. Vivendo da fé, ela é peregrina, a primeira no caminho que sobe à montanha da salvação, que é Cristo, e anima-nos e encoraja-nos nos nossos esforços. 

Muitos e muitos cristãos estão revestidos do escapulário para melhor manifestarem o seu amor a Maria. Graças a ele, reconhecemos a nossa pertença a Maria e, revestidos das suas virtudes, retratamos a sua imagem no mundo. O Escapulário é sinal de comunhão entre Maria e cada um de nós. Ele nos recorda as palavras chave de toda a aliança: “Eu sou para ti e tu, Maria, és para mim”.

Oração

Venha em nossa ajuda, Senhor, a poderosa intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe e Rainha do Carmelo, para que, protegidos pelo seu auxílio, cheguemos ao verdadeiro monte da salvação, Jesus Cristo Nosso Senhor. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amen.

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