Maria, nossa Mãe

Sabemos muito bem que a Virgem Santíssima é a Rainha do Céu e da Terra, mas ela é mais Mãe do que Rainha!

Santa Teresinha do Menino Jesus

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Um olhar

Em qualquer forma de tentação: um olhar a Jesus e a Nossa Santíssima Mãe e basta.

Pe. Xiberta

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Espelho

O meu espelho há-de ser Maria. Uma vez que sou sua filha, devo parecer-me com ela e assim me parecerei com Jesus.

Santa Teresa dos Andes

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Viver em comunidade

A finalidade do Carmelo não é principalmente o nosso bem, mas a glória de MARIA. Por isso, ao deliberar o que convém fazer em determinados casos, a questão deve colocar-se do seguinte modo: de que maneira a vida da nossa comunidade resultará para maior glória e maior agrado de Maria?

Pe. Xiberta

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Perfeição

O que leva uma vida verdadeiramente mariana em breve fará grandes progressos na perfeição.

Sentença comum na Ordem no séc. XVII

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Seguimento

Pense que temos para com o Senhor e a Nossa Mãe Santíssima uma obrigação sem limites. No Carmelo não temos o direito de ordenar as coisas segundo a nossa maneira de ver e as nossas conveniências, mas segundo o que Jesus e Maria nos deram a entender, de tal maneira que a vida do Carmelo seja um verdadeiro obséquio a Jesus e a Maria.

Pe. Xiberta

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Amor de Maria

A missão do carmelita é continuar neste mundo o amor que Maria devotou a Jesus na terra.

João de Hildesheim, O. Carm.

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Um “pai dos pobres”

Ângelo Paoli foi um homem obediente, aberto aos caminhos de Deus e sempre disponível para o que lhe pedissem os superiores. O novo Beato viveu profundamente a devoção da cruz e difundiu-a pastoralmente ao longo de toda a sua vida. A vida de Ângelo Paoli caracterizou-se pelo atendimento solícito e caridoso dos necessitados da sua época. Fê-lo com verdadeira paixão, acercando-se dos pobres como um verdadeiro contemplativo que vê neles o próprio Cristo, Cristo sofredor, pobre e crucificado. Daí a sua célebre frase que costumava repetir com verdadeira devoção: “Quem ama a Deus deve procurá-lo entre os pobres”. Soube descobrir nos mais ricos e poderosos a pobreza que por vezes se esconde por detrás da riqueza económica. Sem julgá-los, conseguiu o seu respeito e soube ganhá-los para a causa dos pobres, envolvendo-os em projectos socais e chamando-os, de forma verdadeiramente, profética, com suavidade, à conversão e à caridade. O Papa Clemente XI que era seu amigo insistiu para que no seu túmulo se pusesse a inscrição “pai dos pobres”. Viveu com intensidade a sua vocação carmelita e segundo os biógrafos pode ter sido a devoção mariana que o orientou para o Carmelo, a Ordem de Maria.

Fernando Millán Romeral, Encomendo-vos os meus pobres e os meus enfermos… Carta do Padre Geral à Família Carmelita

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