{"id":3914,"date":"2016-05-13T10:43:32","date_gmt":"2016-05-13T10:43:32","guid":{"rendered":"http:\/\/caminhoscarmelitas.com\/?p=3914"},"modified":"2019-08-14T15:10:14","modified_gmt":"2019-08-14T14:10:14","slug":"13-de-maio-nossa-senhora-de-fatima-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/?p=3914","title":{"rendered":"Nossa Senhora de F\u00e1tima &#8211; 13 de Maio"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/D0159772.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-3915\" src=\"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/D0159772.jpg\" alt=\"D0159772\" width=\"320\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/D0159772.jpg 432w, https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/D0159772-150x150.jpg 150w, https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/D0159772-300x300.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">A 13 de Maio de 1917, tr\u00eas crian\u00e7as apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de F\u00e1tima, concelho de Vila Nova de Our\u00e9m, hoje diocese de Leiria-F\u00e1tima. Chamavam-se L\u00facia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.\u00a0Por volta do meio dia, depois de rezarem o ter\u00e7o, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Bas\u00edlica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um rel\u00e2mpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clar\u00e3o iluminou o espa\u00e7o, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Apari\u00e7\u00f5es), uma \u201cSenhora mais brilhante que o sol\u201d, de cujas m\u00e3os pendia um ter\u00e7o branco.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">A Senhora disse aos tr\u00eas pastorinhos que era necess\u00e1rio rezar muito e convidou-os a voltarem \u00e0 Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e \u00e0quela hora. As crian\u00e7as assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a apari\u00e7\u00e3o deu-se no s\u00edtio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crian\u00e7as tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Our\u00e9m.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Na \u00faltima apari\u00e7\u00e3o, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a \u201cSenhora do Ros\u00e1rio\u201d e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da apari\u00e7\u00e3o, todos os presentes observaram o milagre prometido \u00e0s tr\u00eas crian\u00e7as em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Posteriormente, sendo L\u00facia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13\/14 de\u00a0Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devo\u00e7\u00e3o dos cinco primeiros s\u00e1bados (rezar o ter\u00e7o, meditar nos mist\u00e9rios do Ros\u00e1rio, confessar-se e receber a Sagrada Comunh\u00e3o, em repara\u00e7\u00e3o dos pecados cometidos contra o Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria) e a Consagra\u00e7\u00e3o da R\u00fassia ao mesmo Imaculado Cora\u00e7\u00e3o. Este pedido j\u00e1 Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Anos mais tarde, a Ir. L\u00facia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos tr\u00eas videntes, por tr\u00eas vezes, duas na Loca do Cabe\u00e7o e outra junto ao po\u00e7o do quintal da casa de L\u00facia, convidando-os \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e penit\u00eancia.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Desde 1917, n\u00e3o mais cessaram de ir \u00e0 Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada m\u00eas, depois nos meses de f\u00e9rias de Ver\u00e3o e Inverno, e agora cada vez mais nos fins-de-semana e no dia-a-dia, num montante anual de\u00a0cinco milh\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 13 de Maio de 1917, tr\u00eas crian\u00e7as apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de F\u00e1tima, concelho de Vila Nova de Our\u00e9m, hoje diocese de Leiria-F\u00e1tima. 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