{"id":2341,"date":"2013-12-14T11:04:28","date_gmt":"2013-12-14T11:04:28","guid":{"rendered":"http:\/\/caminhoscarmelitas.com\/?p=2341"},"modified":"2019-07-22T21:53:09","modified_gmt":"2019-07-22T21:53:09","slug":"sao-joao-da-cruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/?p=2341","title":{"rendered":"S\u00e3o Jo\u00e3o da Cruz"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><a href=\"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/JanodKrzyza.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2342\" src=\"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/JanodKrzyza.jpg\" alt=\"JanodKrzyza\" width=\"266\" height=\"348\" srcset=\"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/JanodKrzyza.jpg 336w, https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/JanodKrzyza-229x300.jpg 229w\" sizes=\"auto, (max-width: 266px) 100vw, 266px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Jo\u00e3o de Yepes nasceu em Fontiveros, perto de \u00c1vila, Espanha. Seu pai, Gon\u00e7alo de Yepes, sendo de nobre fam\u00edlia, a tudo renunciou para casar com Catarina \u00c1lvares, uma pobre \u00f3rf\u00e3. Jo\u00e3o de Yepes nasceu, num lar pobre, mas de muito amor. A sua pobreza depressa se transformou em mis\u00e9ria com a morte do pai. A partir de ent\u00e3o, Catarina, peregrinando de terra em terra, de feira em feira, acabou por se fixar em Medina del Campo onde Jo\u00e3o foi recolhido num orfanato.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Certo homem rico e conceituado fixou-se nas qualidades de Jo\u00e3o, dando-lhe possibilidades de estudar, ao mesmo tempo que o empregou no hospital de Medina. Dez anos foi o tempo que o jovem Jo\u00e3o de Yepes passou a tratar de doentes, v\u00edtimas de doen\u00e7as incur\u00e1veis, sobretudo a s\u00edfilis que era terrivelmente mortal. Aqui Jo\u00e3o conheceu as hist\u00f3rias mais inveros\u00edmeis do mundo e as dores mais atrozes dos homens.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Na sua juventude foi cobi\u00e7ado por diversas Ordens Religiosas, e pelo seu benfeitor que pensava nele como capel\u00e3o do hospital, depois de ordenado sacerdote. Aos 21 anos de idade, sem dizer nada a ningu\u00e9m, Jo\u00e3o dirigiu-se ao Convento dos Carmelitas onde tomou o h\u00e1bito e onde nesse dia recebeu o nome de Frei Jo\u00e3o de S. Matias.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Para Jo\u00e3o, a escolha da Ordem do Carmo era plenamente justificada: sendo o Carmo a Ordem de Maria e tendo Jo\u00e3o de Yepes tanto amor \u00e0 Virgem Nossa Senhora e tendo-o ela livrado de alguns perigos na sua meninice, escolheu servi-la e assim agradecer-lhe.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Estudou em Salamanca e cantou Missa em Medina del Campo. Foi aqui que no ano de 1567 conheceu a Madre Teresa de Jesus, que ficou prendada com as suas qualidades e santidade, o convida para primeiro Carmelita Descal\u00e7o e fundador de entre os frades do novo estilo de vida que ela mesma havia iniciado entre as freiras.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">No Ver\u00e3o de 1568, vestindo j\u00e1 o primeiro h\u00e1bito de Carmelita Descal\u00e7o, feito precisamente pela Madre Teresa de Jesus, dirigiu-se a Duruelo onde, durante todo o Ver\u00e3o, foi preparando e transformando uma velha e pobre casa no primeiro convento da nova fam\u00edlia do Carmo. No dia 28 de Novembro desse ano, primeiro Domingo do Advento, chegaram Frei Ant\u00f3nio de Jesus e Frei Jos\u00e9 de Cristo que deram oficialmente in\u00edcio \u00e0 nova Ordem. A partir deste dia, Frei Jo\u00e3o de S. Matias passou a chamar-se Frei Jo\u00e3o da Cruz.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Quando Santa Teresa de Jesus foi nomeada priora do convento da Encarna\u00e7\u00e3o, em \u00c1vila, pediu a S. Jo\u00e3o da Cruz que se dirigisse para esta cidade como confessor das freiras deste convento. Aqui permaneceu o nosso Santo durante cinco anos. As pessoas tinham-no por Santo, respeitando-o e amando-o como tal. Foi tentado por uma nobre e formosa mulher de quem nunca revelou o nome. Nesta cidade Frei Jo\u00e3o pintou o seu c\u00e9lebre desenho de Cristo na Cruz, onde o famoso pintor Dali se inspirou para a sua c\u00e9lebre pintura de Cristo morto sobre o mundo \u00e0 qual intitulou \u00abCristo de S. Jo\u00e3o da Cruz\u00bb. Frei Jo\u00e3o da Cruz realizou em \u00c1vila, verdadeiros prod\u00edgios, o que levou os abulenses a terem por ele verdadeira admira\u00e7\u00e3o e profundo respeito.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Os Carmelitas Cal\u00e7ados de \u00c1vila \u00e9 que n\u00e3o estavam nada contentes com a boa fama e o apre\u00e7o que o povo tinha por Frei Jo\u00e3o da Cruz e pelos frades da nova fam\u00edlia de Carmelitas, chamada dos Descal\u00e7os, por ele fundada. Decidiram, por fim, p\u00f4r cobro \u00e0 situa\u00e7\u00e3o. E a melhor forma que encontraram foi a de prender a alma do Carmo Descal\u00e7o, Frei Jo\u00e3o da Cruz. Assim o pensaram e assim o fizeram uma noite, saltaram silenciosamente o muro da casa onde vivia, arrombaram as portas e prenderam Frei Jo\u00e3o. Levaram-no em segredo para o convento de Toledo. Ningu\u00e9m teve tempo para reagir, tudo foi feito em grande sigilo e com tanta rapidez e discri\u00e7\u00e3o que ningu\u00e9m p\u00f4de intervir. Santa Teresa escreveu ao rei Filipe II, mas como ningu\u00e9m sabia de nada, Frei Jo\u00e3o continuara na pris\u00e3o. Os Cal\u00e7ados tentaram fazer por todos os meios, l\u00edcitos e il\u00edcitos, que Frei Jo\u00e3o abandonasse a obra come\u00e7ada. Torturas f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas, belas ofertas, de poder e de riqueza, at\u00e9 mesmo uma cruz de ouro cravejada de pedras preciosas! Ao que Frei Jo\u00e3o respondeu: \u00abQuem procura seguir a Cristo pobre, n\u00e3o precisa de j\u00f3ias nem de ouro\u00bb.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Durante nove meses, de Dezembro a Agosto, Frei Jo\u00e3o permaneceu no c\u00e1rcere, onde quase morrendo de frio no Inverno, quase asfixiado de calor no Ver\u00e3o, para comer davam-lhe p\u00e3o, \u00e1gua e algumas sardinhas. Martirizaram o seu corpo com duras disciplinas. Durante mais de meio ano n\u00e3o lhe permitiram mudar ou lavar o h\u00e1bito. O c\u00e1rcere consiste num cub\u00edculo t\u00e3o min\u00fasculo que at\u00e9 mesmo Frei Jo\u00e3o, sendo pequeno de corpo, mal cabia. A 15 de Agosto Frei Jo\u00e3o pede que lhe deixem celebrar Missa por ser a Festa de Nossa Senhora. Indelicada e brutalmente o Prior recusa o pedido. \u00c9 ent\u00e3o que Frei Jo\u00e3o da Cruz aproveitando a liberdade que o novo carcereiro concede, Frei Jo\u00e3o de S. Maria, decide fugir, antes, por\u00e9m, oferece ao seu carcereiro uma cruz de madeira feita por si, pedindo-lhe perd\u00e3o de todos os trabalhos que lhe causou. Numa noite de Agosto, correndo os maiores perigos, desconhecendo em absoluto a cidade de Toledo e sem a ajuda de ningu\u00e9m, muito debilitado fisicamente, no limite das suas for\u00e7as, t\u00e3o magro que as apodrecidas tiras de roupa de que se serviu para saltar da janela n\u00e3o rebentaram e assim conseguir\u00e1 fugir da pris\u00e3o! Acolheu-se no convento das Carmelitas Descal\u00e7as que se assustaram e se alvoro\u00e7am ao v\u00ea-lo, pois mais parecia um morto do que um vivo! Preparam-lhe umas p\u00earas assadas com canela!<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Finalmente seguro! Os Cal\u00e7ados procuram-no, batem \u00e0s portas do Convento das Descal\u00e7as mas n\u00e3o encontram Frei Jo\u00e3o a\u00ed bem escondido. Durante toda a tarde as Carmelitas conversaram com o Santo, escutando enlevadas os poemas que tinha escrito na pris\u00e3o. Entretanto, as Carmelitas pedem ajuda ao administrador do Hospital que levaram Frei Jo\u00e3o para sua casa, que ficava mesmo ao lado do convento onde tinha estado preso. Tudo foi feito durante dois meses para o restabelecer.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Em Outubro de 1578 Frei Jo\u00e3o deixou Toledo e dirigiu-se a Almod\u00f4var onde esteve reunido o Cap\u00edtulo de Lisboa. Aqui, pela primeira vez, contemplou, S. Jo\u00e3o da Cruz o mar, que o encantou e atraiu profundamente. Quantos o conheceram em Lisboa ficaram encantados e lhe chamavam Santo.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">No m\u00eas de Junho de 1591, o Cap\u00edtulo de Madrid deixou-o sem qualquer cargo na Ordem. Frei Jo\u00e3o desafiou o Geral da Ordem, Frei Nicolau Doria, que discordando dele e chamando-lhe \u00e0 aten\u00e7\u00e3o sobre algumas situa\u00e7\u00f5es menos claras do seu governo. Eis que paga a factura da sua ousadia singular. Ainda h\u00e1 mais por onde passar e que sofrer. Frei Diogo Evangelista, noutros tempos repreendido pelo Santo, resolve vingar-se dele e difama-o.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Depois do Cap\u00edtulo Frei Jo\u00e3o partiu para o convento de La Pe\u00f1uela. No seu interior leva a secreta tarefa de acabar o quanto antes os seus escritos. Na realidade para a\u00ed se desloca aguardando que o chamem para embarcar no barco que o levar\u00e1 de Sevilha para as miss\u00f5es do M\u00e9xico. \u00c9 que Frei Jo\u00e3o oferecera-se para ir como mission\u00e1rio para o M\u00e9xico.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Chegou a La Pe\u00f1uela e prontamente dedicou-se aos seus escritos. Mas uma perna inflamou-se-lhe a tal ponto que a febre se recusou deix\u00e1-lo. Era a cruz preparada para o final do caminho que o devia conduzir, n\u00e3o ao M\u00e9xico, mas, como ele pr\u00f3prio disse \u00aba outras \u00cdndias melhores e mais ricas de tesouros eternos\u00bb. De La Pe\u00f1uela levam-no para \u00dabeda. O carinho e a alegria com que em \u00dabeda foi recebido pelos frades da comunidade e pelos leigos que conheciam o Santo era indescrit\u00edvel. O \u00fanico que destoou foi Frei Francisco Cris\u00f3stomo, o prior, que aproveitava todas as ocasi\u00f5es para o fazer sofrer, vingando-se, assim, de Frei Jo\u00e3o que noutros tempos o tinha repreendido.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">A doen\u00e7a agravou-se. Foram cheios de dores atrozes os \u00faltimos dias de Frei Jo\u00e3o. Depois de uma opera\u00e7\u00e3o doloros\u00edssima comentou: \u00abCortem quanto for preciso, em boa hora e a vontade do meu Senhor Jesus Cristo se fa\u00e7a\u00bb.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">No dia 7 de Dezembro soube que morreria a 14, por ser S\u00e1bado, dia de Nossa Senhora. Durante o dia 13 perguntou insistentemente as horas, dizendo que nesse dia lhe tinha mandado Deus ir cantar Matinas ao C\u00e9u. Antes da meia noite, querem os irm\u00e3os rezar-lhe as ora\u00e7\u00f5es dos agonizantes, mas Frei Jo\u00e3o diz que n\u00e3o faz falta e pede que lhe leiam o <i>C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos<\/i>. Aos primeiros vers\u00edculos Frei Jo\u00e3o comenta: \u00ab\u00f3 que preciosas margaridas tem o c\u00e9u!\u00bb. \u00c0 meia noite, ouvindo o sino exclama: \u00abVou cantar Matinas para o C\u00e9u\u00bb e adormeceu dizendo: \u00abNas Tuas m\u00e3os Senhor entrego o meu esp\u00edrito\u00bb.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\">Era o dia 14 de Dezembro de 1591, S\u00e1bado. Uma voz correndo pela cidade foi gritando que tinha morrido o frade Santo do Carmo. O povo, apesar ser de noite e dura a tempestade, acorre e for\u00e7a os frades a abrirem as portas do convento para venerarem os restos mortais daquele homem a quem todos chamavam Santo<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jo\u00e3o de Yepes nasceu em Fontiveros, perto de \u00c1vila, Espanha. Seu pai, Gon\u00e7alo de Yepes, sendo de nobre fam\u00edlia, a tudo renunciou para casar com Catarina \u00c1lvares, uma pobre \u00f3rf\u00e3. Jo\u00e3o de Yepes nasceu, num lar pobre, mas de muito amor. A sua pobreza depressa se transformou em mis\u00e9ria com a morte do pai. A [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[68],"class_list":["post-2341","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-santos","tag-sao-joao-da-cruz"],"post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2341","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2341"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2341\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13311,"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2341\/revisions\/13311"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2341"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2341"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/caminhoscarmelitas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2341"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}